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Com efeito, se para o processo de educação/formação do homem se coloca como horizonte formar pérolas,
então é preciso que ele não se feche às condições sócio-históricas desde as
quais se situa; isso ocorre quando ele se mitifica no cultivo de uma esperança
ilusória (que se aplica apenas dentro dos limites dos muros institucionais),
isto é, fechada em si, idealística, que não dialoga com as realidade que lhe
são adversas. Com efeito, assim como ocorre com a concha no processo de
constituição da pérola, é necessário o ferimento, advindo do contato com as
condições adversas (neste caso, contidas na realidade sócio-histórica), para
que o processo ocorra conforme o esperado.

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